sábado, 17 de fevereiro de 2024

A importância da resiliência na disseminação do evangelho.



O garotinho vestiu a roupa para o frio e depois disse ao pai:

"Ok pai, estou pronto"

Seu pai, o pastor, disse: "Pronto para quê? "

"Pai, está na hora de sair e distribuir nossos panfletos. "

Papai respondeu: "Filho, está muito frio lá fora e está chuviscando. "

A criança olhou surpreendida para o pai e disse: "Mas pai, as pessoas precisam saber de Deus mesmo em dias chuvosos. "

O pai respondeu: "Filho, não vou sair com este tempo. "

Com desespero, a criança disse: "Pai, posso ir sozinha? Por favor! Por favor! "

Seu pai esperou um momento e depois disse: "Filho, você pode ir. Aqui estão os panfletos, tenham cuidado. "

"Obrigado, pai! "

E com isso o filho saiu para a chuva. O jovem de 11 anos andou em todas as ruas da aldeia, distribuindo os panfletos às pessoas que viu.
Depois de 2 horas a caminhar à chuva e frio e com o último panfleto na mão parou numa esquina para ver se viu alguém a quem dar o panfleto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele virou-se para a primeira casa que viu, foi até a porta da frente, tocou a campainha várias vezes, e esperou, mas ninguém saiu.
Finalmente, o menino virou-se para ir embora... Mas algo o parou. A criança virou-se para a porta e começou a tocar a campainha e a bater fortemente na porta com os dedos. Ele continuou esperando. Finalmente, a porta foi aberta suavemente.

Uma senhora saiu com um olhar muito triste e perguntou gentilmente:

"O que posso fazer por ti, filho? " Com olhos radiantes e um sorriso brilhante, a criança disse: "Senhora desculpa se te perturbei, mas só quero te dizer que Deus te ama de verdade e que vim te dar meu último panfleto, que fala de Deus e do seu grande amor. "

O garoto então deu-lhe o panfleto.

Ela apenas disse, "Obrigado filho, Deus te abençoe! "

Bem, no domingo seguinte de manhã, o pastor estava no púlpito e quando o culto começou ele perguntou:

"Alguém tem um testemunho ou algo que queira partilhar? "

Suavemente, na fila de trás da igreja, uma senhora mais velha levantou-se. Quando ela começou a falar, brotou dos seus olhos um olhar radiante e glorioso:

"Ninguém nesta igreja me conhece. Nunca estive aqui, até domingo passado não era cristão.

Meu marido morreu há um tempo atrás me deixando totalmente sozinha neste mundo. O domingo passado foi um dia particularmente frio e chuvoso, e estava tão frio e solitário no meu coração que senti que tinha chegado ao fim da estrada e não queria mais viver.

Peguei numa cadeira e numa corda e subi ao sótão da minha casa. Amarrei uma corda e a outra extremidade da corda às vigas do telhado; depois subi para a cadeira e coloquei a corda à volta do meu pescoço.

Depois fiquei na cadeira, tão sozinha e de coração partido, estava prestes a atirar-me da cadeira quando de repente ouvi o som alto da porta a ser batida.

Então eu pensei: "Vou esperar um minuto e quem quer que seja vai embora. "

Eu esperei e esperei, mas a porta batendo estava ficando cada vez mais alto. Ficou tão alto que não consegui ignorar mais.

Então eu me perguntei, quem poderia ser?
Nunca ninguém vem à minha porta ou vem visitar-me! Soltei a corda do pescoço e fui até a porta, enquanto a campainha ainda estava tocando e a porta ainda estava sendo batida.

Quando abri a porta não acreditei no que os meus olhos viram, em frente da minha porta estava a criança mais radiante e angelical que já vi. O sorriso dele, Oh, nunca consigo descrevê-lo! As palavras que saíram da boca dele fizeram o meu coração, que estava morto há tanto tempo, voltar à vida, quando ele disse com a VOZ DE UM QUERUBIM: "Senhora só quero te dizer que Deus te ama de verdade. "

"Quando o anjinho desapareceu entre o frio e a chuva, fechei a minha porta e li cada palavra do panfleto. Depois fui ao sótão tirar a cadeira e a corda.

Eu não precisava mais deles. Como vês. Agora sou uma filha feliz do rei. Já que a direção do menino quando ele saiu foi para essa igreja vim pessoalmente agradecer aquele anjinho de Deus que veio bem a tempo de resgatar minha vida de uma eternidade no inferno. E substituí-la pela eternidade na presença de Deus. "

Todos choraram na igreja.

O Pastor desceu do púlpito para o primeiro banco, onde o garotinho estava sentado; pegou seu filho nos braços e chorou incontrolavelmente.
Não deixe essa mensagem morrer por cansaço ou mau tempo; depois de ler, passe para os outros.
Lembre-se, a mensagem de Deus pode fazer uma grande diferença na vida de alguém. Nunca tenha medo de espalhar o amor de Deus.
.
Posso ter um AMÉM?

Autor desconhecido.

O Papel Crucial dos Pais na Educação Sem Excesso de Recompensas

 


A criação dos filhos é uma responsabilidade que demanda reflexão e estratégia, sendo vital compreender que certos padrões de recompensa podem moldar a personalidade de uma criança de maneira duradoura. Um dos equívocos mais comuns nesta jornada parental é a excessiva ênfase nas recompensas, um erro que pode se perpetuar ao longo da vida do indivíduo, a menos que haja uma quebra consciente desse ciclo.

A recompensa, muitas vezes, é vista como um estímulo para o bom comportamento, desempenho acadêmico excepcional ou simplesmente para o ato de tratar bem os outros. Contudo, quando esta prática se torna excessiva e constante, pode gerar uma fragilidade emocional no indivíduo, fazendo-o acreditar que toda ação virtuosa merece uma contrapartida material ou emocional. Este cenário cria uma expectativa ilusória que, ao ser confrontada pela realidade do mundo adulto, pode causar desconforto e desilusão.

Ao adentrar o mundo real, o indivíduo que foi excessivamente recompensado durante a infância muitas vezes se depara com uma dura realidade: nem sempre as boas ações são reconhecidas ou recompensadas. Isso pode resultar em um processo de amadurecimento doloroso, onde a inocência da infância cede lugar à frieza e insensibilidade, uma vez que a realidade nem sempre corresponde às expectativas criadas pela constante recompensa.

Diante deste cenário, é crucial que os pais compreendam a importância de preparar seus filhos para o mundo, sem criar uma dependência emocional excessiva das recompensas. É necessário ensinar-lhes a importância do bom comportamento, do esforço acadêmico e do tratamento respeitoso aos outros, sem associar essas atitudes a uma expectativa automática de recompensa.

Ao contrário, os pais devem encorajar a excelência em todas as áreas da vida, orientando seus filhos a perseguirem metas intrínsecas de desenvolvimento pessoal, ao invés de buscar apenas gratificações externas. A dificuldade deve ser apresentada como uma oportunidade de crescimento, e as obrigações devem ser encaradas como parte natural da vida, não como uma mera transação para obtenção de recompensas.

Portanto, a criação de adultos fortes e determinados demanda uma abordagem equilibrada, onde a recompensa é utilizada com moderação e sabedoria, e a ênfase está na construção de caráter, resiliência e autoconfiança. Ao criar este ambiente de desenvolvimento saudável, os pais contribuem para formar indivíduos capazes de enfrentar os desafios do mundo real com maturidade e perseverança.


By Leonardo Gomes